A mudança de 7 para 9 dígitos e o efeito nos contactos
A Public Utilities Regulatory Authority diz que o plano nacional de numeração móvel passou de 7 para 9 dígitos à meia-noite de sexta-feira, 4 de setembro de 2026. A alteração abrange todos os números ativos de todas as operadoras, pré-pagos e pós-pagos. Cada operadora mantém a sua marca, e o novo número é formado inserindo um prefixo de dois dígitos antes dos sete dígitos existentes: 87 para a Africell, 83 para a Qcell e 86 para a Comium. Assim, um antigo número Africell como 7xx xxxx passa a ser 87 7xx xxxx.
O aviso acrescenta que chamadas internacionais para telemóveis gambianos devem usar +220 seguido do prefixo e do número de sete dígitos. Pede também aos utilizadores que atualizem os contactos guardados e indica um período de apoio pós-migração, de 4 de setembro a novembro de 2026, com uma linha de assistência no 148. Adverte que o regulador e as operadoras nunca pedirão informações pessoais ou financeiras relacionadas com a alteração; trate qualquer mensagem que o faça como fraude. Se o anfitrião ou guia lhe tiver dado um número antigo de sete dígitos, peça o novo.
Africell: eSIM por D150 com identificação, num ponto de venda
A página de eSIM da Africell diz para ir a um ponto de venda da Africell com um documento oficial de identificação válido, sem marcação. Um agente gera o código QR que se digitaliza no telemóvel. À data da consulta, a taxa de ativação única era D150 e uma oferta por tempo limitado dava 3 GB de dados grátis na ativação, sujeita a condições. A página apresenta o serviço como a primeira eSIM da Gâmbia — uma alegação de marketing — e diz ser possível guardar vários perfis e manter dois ativos ao mesmo tempo.
A página de serviços diz que se pode levantar gratuitamente um SIM num ponto de venda e lista pacotes de dados para redes sociais, todas as redes, 25 GB e pacotes noturnos ilimitados, embora o excerto consultado indicasse os nomes, não os preços. Não esclarece que documentos um visitante deve apresentar além de um documento oficial nem como é feito o registo com a nova numeração. Confirme no ponto de venda.
Qcell: eSIM em centros de atendimento e tarifas de chamadas
A página de eSIM da Qcell lista quatro passos: visitar um centro de atendimento na área da Grande Banjul, pagar uma taxa de ativação única, receber um código QR exclusivo e digitalizá-lo. Não informa o valor nem a identificação exigida; pergunte no centro. A página fornece a linha de apoio 3333111 e um endereço de e-mail para dúvidas.
A página pré-paga lista chamadas a D2.40 por minuto dentro da rede e D2.80 para outras redes, com SMS a D0.40. A afirmação de que a operadora oferece as tarifas locais e internacionais mais baratas é promocional. A página de pacotes menciona pacotes de dados móveis Sunu, um pacote ilimitado, pacotes para redes sociais e um pacote de dados em roaming para o Senegal, embora o excerto não mostrasse preços. Para os consultar, o meio fiável é um centro de atendimento ou a aplicação Qcell.
Alegações de 5G ao longo da costa
A Qcell afirma ter lançado 5G na Gâmbia e reivindica a maior cobertura 5G. A lista de locais inclui Brikama, Yundum, Sukuta, Brufut, Bijilo, Kerr Sering, Banjul, Senegambia, Kotu, Kairaba Avenue, Westfield e Bakau, entre outros. A página centra-se sobretudo num router 5G, vendido nos centros de atendimento, e diz que os pacotes 5G não estão disponíveis em pós-pago.
A página 5G da Africell lista pacotes fixos 5G de D6,000 por 40 Mbps a D20,000 por velocidade ilimitada, cada um válido por 30 dias com um limite de utilização justa de 1,000 GB, além de um router 5G por D24,000. São produtos de Internet doméstica, não planos para visitantes. As declarações das duas operadoras são alegações, não medições; por isso, um telemóvel 5G não deve contar com 5G fora da faixa turística costeira.
Carimbo de entrada, taxa aeroportuária, postos de controlo e ferry de Barra
O Foreign Office britânico diz que os visitantes britânicos não precisam de visto e recebem à entrada um carimbo que permite ficar 28 dias. É possível pedir até duas extensões de 28 dias junto do Serviço de Imigração em Banjul ou de postos da polícia turística. É devida uma taxa de segurança aeroportuária de 20 dólares americanos à chegada e à partida. Também pode ser paga em euros, libras ou moeda local. Os terminais de pagamento com cartão estão frequentemente avariados, por isso leve dinheiro. As regras variam conforme a nacionalidade.
O ministério aconselha os estrangeiros a levar identificação, como o passaporte; normalmente aceita-se uma cópia impressa. Assinala postos de controlo de segurança em redor de Banjul e nas principais rotas. Diz que o ferry entre Banjul e Barra costuma estar sobrelotado e não tem equipamento de segurança, sugerindo como alternativa a Ponte Senegambia, perto de Farafenni. Também alerta para chuva intensa de junho a outubro e cortes de eletricidade que podem interromper as comunicações.
Não existe um número de emergência único
O Foreign Office britânico afirma que não existe na Gâmbia um equivalente ao 999 do Reino Unido. Cada esquadra e posto de bombeiros tem os seus próprios números, muitas vezes números móveis, e não há publicações que os listem; por isso, recomenda-se ir pessoalmente aos postos e pedir contactos de emergência. À chegada, peça ao alojamento os números locais da polícia, dos bombeiros e dos serviços médicos e guarde-os no telemóvel no novo formato de nove dígitos. A nossa página de planos da Gâmbia aborda os dados antes da chegada.
Redes utilizadas pelos nossos planos para Gâmbia
Estes são os operadores indicados nos dados dos nossos planos para Gâmbia; a lista acompanha o catálogo.
- Africell5G
- AFRICELL5G
- Africell (Gambia) Ltd.5G
- Comium Gambia4G